Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Duração
2 anos e meio

Titulação
Tecnólogo

Modalidade
a distância

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Matrícula por

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Contexto Social

Entendendo que empregabilidade, significa a competência para estar sempre aprendendo e empreendedorismo a capacidade de possuir a iniciativa para montar e realizar empreendimentos, é certo que o profissional do futuro deva ter uma correta e adequada formação.

Ao caracterizar os diferentes perfis dos profissionais de informática, destacam-se as mudanças ocorridas nas empresas no cenário mundial, bem como o efeito acelerador provocado pela informática no desenvolvimento de outros setores científicos e tecnológicos, afetando assim, o perfil exigido pelo mercado e, consequentemente, a qualidade de sua formação.

A identificação das necessidades de informação apresenta-se como uma preocupação permanente das áreas/instituições envolvidas com a oferta de produtos/serviços de informação.

Hoje, toda empresa de médio e grande porte, não importando a área de atuação, necessita de sistemas para controle e automatização de fluxo de informação entre os seus setores internos, prestadores de serviços, fornecedores e apoio à decisão.

O mercado brasileiro de Tecnologia da Informação movimenta bilhões de dólares a cada ano, sendo que só mercado de software responde por grande parte deste valor. Por outro lado, há um déficit de profissionais para esta área. Para os gestores de empresas de TI, parte dessa carência é causada por “discrepância entre a formação acadêmica e a realidade mercadológica”.

Acredita-se que parte dessa discrepância é causada pelo desconhecimento, tanto por parte dos ingressantes nos cursos superiores, quanto dos próprios gerentes, sobre os perfis de profissionais formados nos diversos cursos da área de computação.

O perfil de um aluno egresso de um curso que tem computação como atividade-meio (por exemplo, Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas), como o proposto neste Projeto Pedagógico, está mais alinhado com as demandas das empresas, do que um egresso de cursos que têm computação como atividade-fim (por exemplo, Ciência da Computação).

A principal diferença nos dois perfis de egresso está na forma como a computação é encarada nos cursos. Aqueles cursos que mantém computação como atividades-fim buscam aplicar os conhecimentos adquiridos durante o curso na melhoria da própria área de computação, com propostas de novos modelos e paradigmas e com a pesquisa básica na área. Os cursos de computação como atividade-meio buscam aplicar os conhecimentos gerados pela computação na solução de problemas de outras áreas, como indústria e sistemas comerciais e, eventualmente, desenvolvendo pesquisa aplicada.

Além disso, um curso superior de tecnologia, em contraste com um curso de bacharelado, tem um ciclo de formação mais curto (máximo de 3 anos), o que permite inserir o egresso no mercado de trabalho em menos tempo, suprindo a demanda existente.

Nesse contexto, o Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, na modalidade a distância, da FAEL, objetiva proporcionar uma formação com qualidade e interação social, propiciando a participação plena, produtiva, crítica e solidária dos indivíduos na sociedade. Assim, o referido curso é concebido de forma a estabelecer o nexo entre educação, cultura, ciência e sociedade, atribuindo ao conhecimento o fator preponderante ao desenvolvimento profissional de seus egressos.